Queda da Bastilha inspira um roteiro pelas principais regiões da França
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Da Borgonha ao Vale do Rhône, a Calvet convida os apaixonados por vinho a conhecer a diversidade dos rótulos franceses, com dicas de harmonização e curiosidades sobre cada região

Celebrada em 14 de julho, a Queda da Bastilha também é um convite para descobrir um dos maiores patrimônios culturais da França: sua tradição vitivinícola. Com algumas das regiões produtoras mais prestigiadas do mundo e centenas de denominações de origem, o país transformou o vinho em parte de sua identidade nacional. Dos elegantes brancos da Borgonha aos tintos estruturados de Bordeaux e do Vale do Rhône, cada região expressa características próprias de clima, solo e castas, revelando a riqueza da viticultura francesa.
É justamente essa diversidade que a Calvet busca traduzir em seu portfólio. Fundada em Bordeaux, em 1818, a tradicional marca francesa reúne rótulos de diferentes regiões produtoras do país, permitindo percorrer a França por meio de seus terroirs, uvas e estilos. No Brasil, seus vinhos são importados exclusivamente pela Cantu Grupo Wine. Do Vale do Loire à Borgonha, passando por Bordeaux, Languedoc, Provence e Vale do Rhône, o portfólio convida a uma verdadeira viagem em taças.
“A França é formada por regiões produtoras com identidades muito diferentes. Cada uma apresenta um estilo de vinho, influenciado pelo clima, pelo solo e pelas uvas cultivadas. A Calvet consegue representar boa parte dessa diversidade em seu portfólio”, explica Amandine Castillon, Country Manager da Les Grands Chais de France.
Segundo Amandine, a viagem pode começar pelos rosés. O Calvet Côtes de Provence apresenta um perfil delicado, sutil e fresco, característico dos vinhos produzidos no sul da França. Já o Calvet Rosé d’Anjou, originário do Vale do Loire, é mais intenso e frutado, com aromas que remetem a frutas como morango, cereja e pêssego. “Apesar de pertencerem à mesma categoria, os dois rótulos mostram como o terroir transforma completamente o estilo de um vinho. Enquanto o rosé de Provence se destaca pela leveza e discrição aromática, o Rosé d’Anjou apresenta fruta mais evidente e um perfil mais generoso”, completa.
Entre os brancos, a Borgonha surge representada pelo Calvet Chablis, elaborado exclusivamente com Chardonnay. O vinho apresenta acidez marcante, frescor e mineralidade, características que tornaram Chablis uma das denominações mais reconhecidas do mundo para a variedade.
Já os brancos produzidos no Languedoc costumam apresentar fruta mais intensa e maior volume em boca. Um Sauvignon Blanc da região, por exemplo, revela um perfil mais aromático e encorpado do que exemplares provenientes de áreas francesas de clima mais fresco.
Nos tintos, Amandine sugere um roteiro que comece pelo Languedoc, com os varietais Calvet Merlot e Calvet Cabernet Sauvignon. Degustados separadamente, eles permitem compreender as características individuais de duas das uvas mais importantes da viticultura francesa.
A viagem segue então para Bordeaux, onde Merlot e Cabernet Sauvignon aparecem tradicionalmente reunidos em cortes. O Calvet Bordeaux e o Calvet Bordeaux Supérieur Metal representam esse estilo, com maior estrutura, presença de taninos e notas de frutas e especiarias. “Depois de conhecer as uvas separadamente, é interessante provar um vinho de Bordeaux para perceber como elas se complementam no corte. A partir daí, é possível seguir para categorias de maior estrutura e complexidade”, afirma.
Dentro da região, denominações como Saint-Émilion revelam vinhos mais profundos e elegantes, geralmente marcados pela presença da Merlot. O percurso evidencia que Bordeaux não representa um único estilo, mas um conjunto de terroirs e denominações, cada uma com identidade própria.
Ao chegar ao Vale do Rhône, o perfil dos tintos muda novamente. O Calvet Prestige Côtes du Rhône apresenta fruta mais madura e notas de especiarias, com um estilo que pode criar uma conexão imediata com consumidores acostumados aos vinhos do Novo Mundo. A região também abriga Châteauneuf-du-Pape, uma de suas denominações mais prestigiadas, com vinhos que costumam apresentar maior corpo, concentração e intensidade aromática.
Para organizar essa volta pela França, Amandine recomenda iniciar a degustação pelo espumante Calvet Celebration Brut. Em seguida, o roteiro pode seguir para o Calvet Chablis e, depois, avançar para os varietais do Languedoc. Na sequência, entram os cortes de Bordeaux, começando por rótulos mais acessíveis ao paladar e evoluindo para Bordeaux Supérieur e Saint-Émilion. Depois, a experiência segue para o Vale do Rhône, com o Calvet Prestige Côtes du Rhône e um Châteauneuf-du-Pape.
O percurso pode ser encerrado com um Sauternes, tradicional vinho doce de Bordeaux servido no final das refeições. Já os rosés formam um roteiro à parte, começando pelo Calvet Côtes de Provence e finalizado pelo perfil mais frutado do Calvet Rosé d’Anjou.
Segundo Amandine, alguns estilos franceses possuem maior proximidade com o paladar do consumidor brasileiro. “O consumidor brasileiro está acostumado a vinhos mais intensos e frutados. Por isso, o Rosé d’Anjou costuma criar uma conexão interessante. Entre os tintos, os vinhos do Rhône, como Côtes du Rhône e Châteauneuf-du-Pape, também apresentam fruta e especiarias mais evidentes”, explica.
As harmonizações ajudam a completar essa viagem pela França. O Calvet Côtes de Provence acompanha pratos leves, frutos do mar e culinária japonesa. Já o Calvet Rosé d’Anjou, por apresentar fruta mais intensa, pode ser servido com preparações de maior presença, como uma moqueca. O Calvet Chablis combina com ostras, peixes, frutos do mar e pratos orientais. Os vinhos de Bordeaux acompanham carnes grelhadas, assados e churrasco, enquanto os tintos de Châteauneuf-du-Pape encontram equilíbrio ao lado de cordeiro e cortes de sabor mais intenso. O Calvet Celebration Brut pode abrir a sequência como aperitivo, enquanto o Sauternes encerra o roteiro ao lado de sobremesas, especialmente tortas de frutas.
A história da Calvet está diretamente ligada à projeção internacional de Bordeaux. Desde o século XIX, a vinícola contribuiu para ampliar a presença e a reputação dos vinhos da região em mercados estrangeiros. Mais de dois séculos depois de sua fundação, a marca mantém uma atuação que vai além de Bordeaux e apresenta diferentes expressões da viticultura francesa em seu portfólio.
Sobre a Cantu Grupo Wine
A Cantu Grupo Wine, a casa das grandes marcas, possui 21 anos de operação B2B no mercado de vinhos, com presença nacional em mais de 15 mil pontos de venda e mais de 400 rótulos de vinhos renomados em seu portfólio. O propósito da Cantu Grupo Wine é trazer para o país grandes marcas de expressão mundial. Na gama de produtos, são mais de 40 produtores de 14 países diferentes, além de ser distribuidora exclusiva da vinícola Entre dois Mundos, a primeira produtora de vinhos do Grupo Wine. A Cantu Grupo Wine apresenta valores e uma filosofia que permitem à empresa trazer rótulos de vinhos de extrema qualidade, contando com sólida estrutura logística e capacidade operacional para atender todo o território nacional. A viabilidade da empresa estabeleceu-se através de fortes parcerias, firmadas com grandes vinícolas do mundo. Mais informações em https://www.cantugrupowine.com.br/.
Queda da Bastilha inspira um roteiro pelas principais regiões da França
Fonte:
Hercog
Comunicação e Estratégica



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